A agricultura ecológica deixa alguns bem nervosos. É o que se constata, ultimamente, na multiplicação de artigos, entrevistas, livros que têm apenas o objetivo de desprestigiar seu trabalho, desinformar sobre a sua prática e desacreditar os seus princípios.
O Governo que mais buracos criou na estrada da natalidade, prontifica-se agora a oferecer amortecedores e capacetes a quem queira percorrer a referida estrada. É bonito, sem dúvida.
Sejamos sinceros: depois dos casos BPN, BPP, BCP e agora com o caso BES, não estaremos já em condições de dizer que o sistema, como está, é desenhado exatamente para que estes casos aconteçam? Logo, há que alterar o sistema; não basta regulá-lo.
Na Educação como em outras áreas, o Governo opta pelo desinvestimento e faz tábua rasa da opinião dos autarcas, dos profissionais da Educação e das populações!
É preciso encontrar as componentes fundamentais de uma Carta Contra a Austeridade, à semelhança do que aconteceu com o Manifesto dos 74 pela reestruturação da dívida.
Ao decidir pela inclusão da petroditadura de Obiang, a CPLP aceitou abandonar a sua matriz fundadora - e a diversidade de lógicas que a animavam - e tornar-se outra coisa totalmente distinta.
O Portugal daí não se entende aqui. Entende quem explica, quem sonha um dia voltar. Afinal o Portugal daí também é dos Portugueses daqui, os que não desistem, os que daqui gritam para ai, tentando também se fazer ouvir.
Mesmo que o antigo Dono Disto Tudo vá parar à prisão, as suas contas e as da família estão seguras em sedes estrangeiras, e a factura do colapso de um banco sistémico como o BES ficará a descoberto.
Consumada a entrada da Guiné Equatorial na CPLP, o ex-ministro socialista Luís Amado assegura que está a negociar "sem pressão" a entrada de fundos da Guiné Equatorial na estrutura acionista do banco a que preside.
Quando se vivem crises económicas como a que o país atualmente vive e quando a miséria e o desespero se instalam para tantos de forma perene, parece existir uma tendência - que se assume quase como natural - para hierarquizar a importância das coisas. E das causas.
Deixando o palavreado neoliberal sobre empreendedorismo e crescimento sustentável de lado, podemos colocar a questão: será que vem algo de bom desta reforma?
Ao acusar o Bloco de alegar “superioridade moral” para se recusar a fazer compromissos com este PS, Daniel Oliveira cai na caricatura e foge à questão de fundo: é possível romper a alternância aproximando-se do partido de Seguro ou Costa?