Num período relativamente curto, a PT, uma empresa pública sólida, capitalizada, inovadora, será reduzida a escombros, depois de ter sido previamente drenada, no que só pode ser qualificado como vampirismo financeiro.
É urgente um Plano de Emergência para a ilha Terceira, que contemple uma majoração - em duração e valor - dos apoios sociais. Um Plano de Emergência, em investimento público, que combata a recessão económica, na Ilha e medidas extraordinárias de apoio ao investimento privado.
Os fundamentalistas islâmicos mataram a redação da revista Charlie Hebdo, querendo impor pela forma mais radical, matando em nome de Deus, a sua interpretação da religião islâmica. É interpretação bárbara, ultrapassada pela história e não admissível pelos princípios.
Se Hollande quer ser Bush, é porque entende que pouco mais lhe resta. A Europa precisava de outra coisa, não deste triste afundamento. E de saber que nunca há uma resposta em democracia que seja reduzir a democracia, pois isso daria a vitória ao terror e ao medo.
Albuquerque vai continuar a jurar que não tem nada a ver com o que o seu partido fez na Madeira, apesar dele (ou teria sido o seu clone?!) ter sido vice-presidente de Jardim na direção do PSD, deputado indicado por Jardim, Presidente da Câmara do Funchal, sempre com o apoio de Jardim.
Será possível? A tragédia do Charlie Hebdo reavivou o debate sobre os limites à liberdade de expressão, que muitos trataram de empurrar para o pantanoso terreno do "choque de civilizações".
Tornou-se normal que o cidadão comum não possa ousar exigir saúde ou sequer dignidade na doença; tornou-se usual o desastre, e inesperado seria que algo funcionasse bem quando os protagonistas deste filme de terror se mantêm.