Opinião

Tiago Pinheiro

Amo-te por seres o país que lembra que é o povo quem mais ordena e a vontade vence mais batalhas que as balas. Mas odeio-te porque és tu que mais se esforça por fazer esquecer que um dia todos saíram às ruas para ousarem ter esperança e liberdade.

Miguel Guedes

As afirmações de Fernando Leal da Cunha, secretário de Estado adjunto da Saúde, quando confrontado com o estado dificilmente narrável das urgências hospitalares são o espelho de quem não as usa.

Bruno Góis

O combate ao domínio colonial, ao racismo e ao imperialismo, hoje como ontem, são necessidades da emancipação popular em geral, e em particular da classe de quem trabalha.

Susana Constante Pereira

Esta Europa arranjou enquadramentos legais que impedem pessoas que vivem em condições sub-humanas de passar as suas fronteiras, determinou que quem quiser atravessar essa fronteira não terá condições de segurança para o fazer.

António Chora

Os atuais governantes aumentaram os níveis de pobreza até limites que muitas das atuais gerações nunca viram. O PS, com esta amostra de programa, vem na mesma linha, só que em vez de vir de TGV vem de comboio a vapor, mas a estação final é a mesma.

Graça Marques Pinto

Continuar a erguer a bandeira da democracia e recusar os ditames que nos conduziram ao pântano da tristeza, é preciso!

Francisco Louçã

Nunca o PS escreveu, em particular sobre o “mercado de trabalho”, um texto tão acentuadamente liberal na ideologia e liberal na política.

João Camargo

Na Amadora a única lei que conta é a do mais forte e o executivo faz questão de utilizar a sua imensa força contra os mais fracos.

Moisés Ferreira

Temos experiência suficiente para saber que os argumentos da direita portuguesa para justificar as privatizações não são válidos e que as virtudes propaladas nunca se concretizaram depois de privatizações. As empresas não se tornaram maiores e melhores e os seus clientes nunca ficaram melhor servidos. Por Moisés Ferreira.

Ricardo Cabral Fernandes

As medidas de resposta a este flagelo humanitário que a Europa continua a aplicar baseiam-se na criminalização e militarização da imigração. O mais recente desastre demonstra que esta orientação falhou. Quantas mais vidas perdidas serão necessárias?

Adriano Campos

O “Observador” é um caso singular. É mais do que um jornal, pois assume campanhas que o campo austeritário marinou durante anos, mas não chega a ser uma plataforma política.

Segundo um estudo realizado no âmbito de uma campanha contra a violência no namoro, aproximadamente 20% dos jovens inquiridos (1 em cada 5) confessaram já ter sido vítimas da mesma e cerca 25% (1 em cada 4) admitiram ter sido o agressor na relação.