Ao dirigir-se ao consulado de Londres, no início deste mês, após alguns dias passados em Portugal, o Tiago veio a saber que não podia votar no próximo ato eleitoral. Para tal, era necessário ter-se ido recensear até à data limite de 4 de Agosto.
Jornais e televisões andam desde quinta-feira a repetir um comunicado do governo segundo o qual os “homossexuais vão poder dar sangue”. Vai-se ver do que se trata e é exatamente o contrário.
Se a Europa recusar (como tudo indica) a reestruturação da dívida, então devemos ter a coragem de nos prepararmos técnica e politicamente para a saída do Euro.
O IEFP e as suas espantosas soluções para o desemprego… Poderiam bem dar uma série de ficção científica: o IEFP na Guerra dos Mundos. Ligeiramente científica, mas não muito.
Posso chorar que ninguém nota. Posso rir-me que ninguém ri comigo. Posso gritar que ninguém se incomoda. Há anos que estou aqui na mesma janela, todos os dias, às mesmas horas. Há anos que o mundo corre à minha volta sem conseguir que ele me toque.
O governo brasileiro está encostado às cordas, o uruguaio enfrenta uma exitosa greve geral, na Venezuela há saques, na Bolívia explosões com dinamite e protestos indígenas. Que se passa com os governos progressistas?
Nem os números batem certo, nem o PS conseguiu respeitar sequer algumas pessoas da Junta de Freguesia de Arroios. Podia ter sido tudo perfeito. Mas falhou o essencial da mensagem: os números e o respeito.
Em tempos difíceis, é certo que não há varinhas mágicas para resolver os problemas. Mas mais do que nunca, precisamos de coragem e de começar pelos princípios.
Alterar a TSU equivale a pisar de novo a linha vermelha, a carregar mais sobre os mesmos. A recusa intransigente desta proposta de alteração coloca-nos em campo oposto.
Portugal reconheceu a Língua Gestual Portuguesa (LGP) na Constituição da República Portuguesa como segunda língua do país, mas a prática é “zero” no acesso e na visibilidade da LGP. É uma discriminação!