No passado dia 1 de abril, uma reportagem do Observador dava conta de que para a direção do Colégio Militar, a homossexualidade é, a par dos roubos ou da droga, um tabu naquela instituição escolar.
O Panamá é apenas um de entre centenas de países que se dedicam a tornar o seu território num destino aprazível para os despojos da exploração legal e do crime.
“Sirvamos hoje a deusa Minerva, por melhor servir a Marte” – é com este apelo que termina o secular hino do Colégio Militar da Luz. Nesta instituição “pública”, cada aluno é um número, e os números falam por si.
Ilídio Pinho foi patrão de ex-ministros e bom cliente do offshore do Panamá. Segundo Rafael Marques, foi também testa-de-ferro de Isabel dos Santos na compra da EFACEC.
Numa altura em que as relações laborais se alteraram a tal ponto que em todos os setores de atividade, privado ou público, se faz uso de empresas de trabalho temporário (ETT’s) para contratação de trabalhadores permanentes, esta questão é essencial de se fazer.
A intenção até podia ser boa, mas estava-se mesmo a ver que ia dar disparate. Quando Joana Vasconcelos entrou em cena, o que era um risco tornou-se uma certeza: a estupidez e o ridículo tomaram conta da campanha #esefosseeu.
A nova lei, promulgada no Estado da Carolina do Norte, impede as pessoas transgénero de utilizarem casas de banhos ou vestiários que correspondam à sua identidade de género. A forte resistência ao projeto de lei aumenta diariamente.
No passado domingo, rebentou mais um escândalo financeiro. Desta vez, o epicentro desta vergonha está sediado num escritório de advogados, no Panamá, mas estende-se a todo o mundo.
A Portway poupa 7,3 milhões de euros e despede os seus trabalhadores efetivos, enquanto a Ryanair contrata-os a falsos recibos verdes para fazerem o mesmo trabalho. Dia 18 de abril já está marcada uma greve contra estes despedimentos.