Os apregoadores de que “vem aí o diabo, só não sei é quando” e os arautos do “só não vê a nossa bondade quem não quer” precisam uns dos outros para se justificarem.
Na famosa cena do filme “O Último Tango em Paris” estão lá as palavras da jovem rapariga “não e não”. E sabemos, agora, que não se tratou de seguir o guião, ela não sabia o que lhe ia acontecer.
Ou a mudança ocorrida em 2013 [na região autónoma da Madeira], se consolida e reforça a esperança de arejar o poder regional pela primeira vez, ou o mofo laranja volta a alastrar e a asfixiar.
Urge abrir um debate profundo sobre o financiamento do Ensino Superior Público e, consequentemente, uma alteração na política de propinas, no sentido de as eliminar de vez.
Para além da relação de trabalho feita de chantagem, de medo e de falta de proteção, a precariedade não permite perspetivar o futuro e impede-nos de viver livremente.