O nosso partido foi conspirativamente afastado do poder em 2015 e agora vai recuperá-lo com glória. Para tanto, o guião seguinte deve ser cumprido escrupulosamente, para transformarmos o risco da derrota na certeza da vitória.
Não se pode olhar para o aumento da competitividade da economia portuguesa ignorando as ameaças sobre o Trabalho, em particular, o aumento explosivo da precariedade laboral.
Sem o desaparecimento da lógica capitalista, não sei se o pleno emprego é uma vã promessa do capitalismo, que nos acena com o céu, para melhor suportarmos o inferno, ou uma frente de luta susceptível de vir a conseguir os resultados esperados.
Em 2014, estava Luís Horta e Costa a depor perante a comissão de inquérito ao BES, e fizeram-lhe a pergunta inevitável: e aquele negócio, que desde 2004 só traz mortificações, mas não investigações conclusivas? Horta e Costa tinha resposta pronta.
Contrariamente ao que se apregoa a revolução tecnológica implica não só a diminuição de postos de trabalho em alguns setores, mas também a criação de outros para o exercício de funções distintas.
A lei de 2012 era totalmente desequilibrada, criou um problema muito maior do que aquele que existia e, em 2018, nem a própria Assunção Cristas tem coragem de a defender.