Matosinhos reencontrou no mar a sua vocação agora está confrontado com interesses económicos que que mais uma vez lhe querem mudar o rumo, mudar a paisagem, mudar o destino.
Haverá disponibilidade de dinheiro para financiar exércitos reforçados e para aventuras militaristas. Mas já não haverá para agricultores, cujo labor coloca a comida no prato dos portugueses.
A escolha de pôr fim à vida convoca a nossa condição de humanidade, a mesma que nos confere direitos fundamentais. É esse o limite da inviolabilidade do direito à vida.
“Não tens medo que te matem por seres “assim”?”, perguntavam-me quando sabiam da minha opinião sobre a eutanásia ou o aborto. O “assim” era deficiente, era aleijado.