O desastre do ‘Brexit’ tem consequências. Para quem quiser sair, de futuro, a opção será impor uma crise da União Europeia. Através de negociação não se sai.
O ativismo tem um papel para além dos partidos, a representação institucional precisa destas movimentações para poder operar e ser obrigada a realizar transformações.
Com argumentos que não deixam nada a dever à narrativa da extrema-direita continental na xenofobia contra imigrantes, o Brexit é a cara do fracasso europeu.
Ontem, a Marcha das Mulheres saiu à rua pelo terceiro ano consecutivo nos EUA e fez jus ao novo slogan: a onda das Mulheres. Em Nova Iorque, Alexandria Ocasio-Cortez apelou à construção de um caminho de mudança para as eleições de 2020.
Quem agradece as pretensões galvanizadoras de Montenegro é António Costa, que terá mais facilidade em ensaiar o discurso da bipolarização que justifica o pedido de maioria absoluta.
Lembrando com Cristophe Dejours, que “trabalhar é viver com os outros”, a perseverança desta trabalhadora, Cristina Tavares, merece não apenas solidariedade mas, mesmo, gratidão dos Outros.