Opinião

Ricardo Moreira

Nele descobrimos um ecletismo radical e não World Music, e é nessa promessa que está a possibilidade de poder empurrar as fronteiras do possível.

Dia 10 de junho de 2005, a praia de Carcavelos à pinha. Uns desacatos levam a PSP ao local, armada de shotguns, e a confusão instala-se.

João Fraga de Oliveira

A forma e duração desta greve gerou grande controvérsia social e, mesmo, não se pode escamotear, significativa hostilidade social aos enfermeiros.

Álvaro Arranja

O alinhamento de Portugal com o grupo de países que, no essencial, segue a política de Trump, não serve os interesses nacionais, nem sequer defende a comunidade portuguesa na Venezuela.

Joana Neto

À Cristina (e a todas as ‘Cristinas’) devemos, no mínimo, manter viva a solidariedade contra o assédio e as violações laborais. Para não repetir.

Ricardo Moreira

A repetição do mantra da vedação em nome da segurança só nos recorda outros muros erguidos em nome da segurança, sem que nada seja realmente resolvido.

Paulo Cardoso

Em contraponto com o sangue derramado em guerras estúpidas, movidas por interesses económicos, os Dadores Benévolos de Sangue combatem numa outra frente sem tréguas e sem trincheiras para salvar vidas.

Alice Brito

Uma justiça que se mantém olimpicamente à margem deste gravíssimo rasgão que ensombra a sociedade portuguesa, a violência doméstica, não é justiça. E se não é justiça, é injustiça. Tem de se lhe pôr cobro.

Alexandra Vieira

Se da perversidade dos exames nacionais há muito se sabe, da intencionalidade em os manter é que convém indagar. A quem servem?

Francisco Louçã

A Igreja não pode continuar misógina nem machista. Onde é que está que as mulheres não podem presidir à Eucaristia?

Sofia Roque

É a maré alta, como canta o nosso Sérgio Godinho, mas a dessa onda feminista que sacode o conservadorismo, a ortodoxia e o sectarismo incrustados nas rochas.

Ana Bárbara Pedrosa

 “Bem-vindo a casa, meu amor”, digo-lhe, enquanto lhe abro a porta para o século XVI. Eu sei que estamos em 2019, até já temos computadores, mas Joana Bento Rodrigues (JBR), membro da TEM/CDS, permite-nos esta fantasia de vivermos em dois séculos ao mesmo tempo. E que seria de nós sem fantasias?