Opinião

Pedro Filipe Soares

Não confundamos o léxico, nem misturemos medidas pontuais com soluções estruturais. A saída desta crise está numa palavra que a extrema-direita detesta: solidariedade.

Miguel Guedes

Fica então para segunda-feira porque fechar as escolas a uma sexta-feira-13 pode dar azar. As escolas ainda não fecharam mas a Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares anunciou o encerramento do atendimento presencial.

Nelson Peralta

Na Europa, e especialmente em Portugal, a crise climática em resultado da atividade humana tem um consenso político alargado. Há, no entanto, outros tipos de discurso que têm oferecido soluções pífias ou simples inação. Qual é então a clivagem no debate?

José Gusmão e Vicente Ferreira

Não há nenhuma razão incontornável para que a crise de saúde pública se transforme numa crise económica. Nenhuma, a não ser a obstinação da ortodoxia económica.

Joana Mortágua

A nova direita gosta de se chamar liberal, mas acaba por cair nos termos e nos debates dos “populistas”, como se tivessem mel.

André Julião

Foi há quase ano e meio, mas parece que foi ontem. Pais, alunos professores e funcionários de escolas de norte a sul do país saíam à rua para protestar contra as péssimas condições dos respetivos equipamentos escolares.

Francisco Louçã

São linguagens dos dias que correm, quem ligaria a estas “primárias” se elas não prometessem sangue, Europa e liberalismo?

Sandra Cunha

Apesar dos avanços significativos, persistem desigualdades estruturais e discriminações em várias esferas da vida que continuam a marcar o quotidiano das mulheres.

Ricardo Moreira

Fernando Medina sempre recusou que os negócios que estava a fazer com o setor imobiliário fossem considerados como uma PPP, mas o Tribunal de Contas foi claro: eram mesmo PPP e, ainda por cima, estavam mal desenhadas, sendo prejudiciais para o interesse público.

Faltam três anos e meio para o fim da legislatura. Mais do que de crises artificiais com um olho na maioria absoluta, o país precisa de compromissos claros sobre o que importa: o trabalho, a habitação, a saúde e o investimento.

João Fraga de Oliveira

A generalização da recorrente rotulagem social de “baixas fraudulentas” (e, agora, até de “crime organizado”) de situações de incapacidade por doença para o trabalho por parte de trabalhadores por conta de outrem é que pode ser uma fraude.

António Lima

É imperativo combater o vírus da indiferença! Os povos da Europa não podem ficar em silêncio quando os direitos humanos se compram e vendem e são meras armas de arremesso no xadrez da política internacional.