Quando as palavras não se coadunam com os actos, o [atual] Presidente de Angola corre o risco de nada ter feito na procura da verdade e na observação da justiça, políticas reclamadas pelas vítimas do “27 de Maio de 1977”.
Entramos numa nova fase do desconfinamento. O clima ajudou, com sol e calor parece que tudo se torna mais fácil. As lojas abriram, os cafés e restaurantes, as esplanadas, podemos ir à praia e passear, as famílias reencontram-se.
No apogeu da globalização a pandemia confinou o mundo. Tanta modernidade, tanta tecnologia, tanta inovação e afinal o impensável acontece de um modo tão prosaico.
A pandemia da Covid-19 veio trazer uma sensação de novidade e receio a todos os estudantes universitários que viram a sua vida académica sujeita a grandes mudanças. Passados quase três meses, desde o início do ensino à distância, a incerteza face ao futuro académico é agora quotidiana.
Ter pessoas a viver num hostel em camaratas, num contentor agrícola ou em barracas de madeira durante meses ou anos deveria ser uma situação que envergonha o Estado Português. Não obstante, essa é a resposta que este Governo tem dado.
No dia em que morria cerca de um brasileiro por minuto pela acção do coronavírus, o presidente do Brasil mostrava a sua boa-disposição, gargalhando nas redes sociais sobre a diferença de tomas entre a Direita e a Esquerda brasileira.
A covid-19 infectou a globalização que já dava muitos sinais de doença. Os desafios são mais do que muitos, desde a retoma do multilateralismo, ao reforço das solidariedades e da democracia, à desmercantilização das relações sociais.
A partir de 1 de junho, dizem as notícias, os aviões já poderão voar cheios. “E os teatros, senhores?! Não conheço melhor espaço para voar do que os teatros...”, perguntava António Capelo, ironicamente, nas redes sociais.
De mãos dadas com o novo normal, há esse velho normal da desigualdade. E é nesse velho normal que se está a disputar o que vai ser a vacina contra a Covid-19.
Será possível que André Ventura e o Chega tenham sido financiados pelo movimento evangélico neopentecostal? Se isso aconteceu é gravíssimo, além de ilegal.
Esta semana soubemos que o Governo Regional adjudicou à Ryanair a promoção dos Açores no Reino Unido por um valor que pode chegar a 1,1 milhões de euros mais IVA.
Apesar de sabermos que a mobilidade das cidades deve ser profundamente alterada, tem faltado a coragem e audácia para fazer avançar as mudanças necessárias. Porque não agora?