O principal detonador dos protestos sociais que tiveram início em abril de 2018 foram as medidas neoliberais impostas pelo governo de Daniel Ortega em matéria de segurança social, nomeadamente as reformas, correspondentes às intenções do FMI. Artigo de Eric Toussaint.
São cerca de 3 500 as pessoas que se dirigem aos Estados Unidos da América em fuga da violência vivida na América Central. Com o objetivo de as deter, México atribui autorizações temporárias de residência a quem pedir asilo no sul do país.
Macri voa para os EUA, negoceia com o FMI e recebe um prémio de recompensa à sua liderança, enquanto decorre a quarta greve geral do seu mandato. Regresso de uma semana histórica à Argentina na tormenta. Por Jérôme Duval.
O Tribunal Supremo de Espanha anunciou que dará início ao julgamento aos dirigentes políticos que organizaram o referendo de 1 de outubro. Líder do governo catalão diz que o julgamento é uma "infâmia" contra os mais de 2.3 milhões de catalães que foram votar.
O Comité para os Direitos Humanos das Nações Unidas pede a França para rever uma lei aprovada em 2010, na qual proíbe o uso público de véus que cubram o rosto, questionando ainda a pertinência da lei.
A greve de 48 horas exige igualdade salarial e levou às ruas 8 mil trabalhadoras municipais, a maior greve do género na Grã-Bretanha. Tribunal do Trabalho já deu razão às trabalhadoras, mas estas continuam sem atualizações salariais.
Arábia Saudita já assume que Khashoggi foi assassinado dentro do consulado, mas recusa o acesso da polícia turca aos jardins do mesmo. Conselho Europeu sugere que Europa se mantenha “à margem” de quaisquer jogos políticos.
Di Maio diz que chumbo não surpreende, pois este é o primeiro orçamento "que é escrito em Roma e não em Bruxelas". O Governo italiano tem agora três semanas para apresentar uma nova proposta.
A seis dias das eleições, a candidata na primeira volta pela Rede Sustentabilidade, Marina Silva, formalizou o seu apoio a Fernando Haddad (PT). A declaração de voto foi divulgada nas redes sociais de Marina esta segunda-feira.
EUA planeiam alterar a definição legal de género, passando este a definir-se pelo sexo biológico, sem possibilidade de mudança ao longo da vida, e não com base na identificação individual. Medida impactaria mais de um milhão de pessoas.
Afinal, de onde veio este homem que está à beira de ser eleito presidente da República do Brasil? Em que circunstâncias abandonou o Exército este militar de carreira? Qual a coerência do político que hoje acusa a Venezuela depois de ter dito que Hugo Chávez era uma pessoa ímpar? Que propõe para o país o candidato que admite não entender nada de economia? O Esquerda.net esclarece. Por Luis Leiria.
“No novo Brasil do Bolsonaro, o império midiático do bilionário Edir Macedo é usado para investigar e tentar intimidar jornalistas – inclusive The Intercept”, denuncia o jornalista Glenn Greenwald.
Os três partidos que integravam a coligação de centro-direita sofreram perdas severas. Das três forças da oposição, duas foram “varridas” do Parlamento e o partido dominante entre a minoria russa recuou. Os vencedores foram três novas formações políticas. Por Jorge Martins.
Diante de Bolsonaro, que avança prometendo nada mudar de essencial, a pior estratégia é a defesa. Precisamos de uma esquerda capaz de afirmar que a vida pode mais. Por Alex Moraes.