Sociedade

Ao mesmo tempo que o presidente da Câmara Municipal do Porto se “gaba publicamente de ter o maior saldo de gerência de sempre, com cerca de 100 milhões de euros”, a resposta habitacional para a população sem abrigo “nunca saiu do papel”, apontam os deputados municipais do Bloco.

Sindicato dos Estivadores e Atividade Logística defende ainda que o contrato coletivo de trabalho continua em vigor “até, pelo menos, outubro de 2022”, ao contrário do que afirmam os operadores portuários de Lisboa.

Este é “mais um caso de uma empresa que, antes de recorrer aos apoios públicos, supostamente para garantir a manutenção do emprego, despede os trabalhadores precários”, acusa o site despedimentos.pt

Entre as propostas da vereação bloquista na Câmara de Lisboa está a implementação de uma rede pública e gratuita de internet em todas as praças e jardins da cidade. O vereador Manuel Grilo defende que o acesso universal à internet é agora "uma urgência social".

612 trabalhadores da Intelcia, detida maioritariamente pela Altice, foram colocados em lay-off. No call center de Coimbra, trabalhadores em período experimental foram despedidos. Entretanto, o presidente executivo pede apoio do Estado para implementar a rede 5G.

Desde o fim da gestão privada do grupo Mello, o número de consultas e cirurgias aumentou entre 20 a 29% e o hospital registou resultados positivos de 200 mil euros. Moisés Ferreira sublinha que a gestão pública é a que melhor serve os interesses da população, mas aponta também o que ainda ficou por fazer.

O CESP denuncia que somente os trabalhadores de um armazém no entreposto da Azambuja estão a ser testados, ainda que partilhem espaços comuns e os mesmos transportes públicos com os restantes. E o anunciado prémio salarial para quem trabalha na "linha da frente" afinal não foi para todos, aponta o sindicato.

A FESAHT manifestou-se esta terça-feira em frente ao Ministério do Trabalho para denunciar a existência de “milhares de trabalhadores que ficaram sem emprego, sem salário e sem qualquer proteção social”.

Uma semana após o seu lançamento, a campanha organizada pelo perfil do Twitter “Sleeping Giants Brasil” para cortar o financiamento a sites que difundem notícias falsas, já obteve a cooperação de dezenas de empresas.

Um projeto da Universidade de Coimbra analisou casos de queixas por racismo praticados por membros das forças de segurança em Portugal. Falam em negligência na investigação e desproteção dos queixosos.

O projeto elaborado pelo INESC TEC utiliza uma centena de indicadores para detetar fake news.

O deputado bloquista José Soeiro questionou esta segunda-feira a Ministra do Trabalho e Segurança Social relativamente às datas para que o Estatuto do Cuidador Informal tenha uma regulamentação final.

A Liga dos Bombeiros Portugueses denunciou a cobrança de portagens a veículos de transporte de doentes. Provedoria de Justiça já pediu esclarecimentos ao governo.

Barómetro de Internamentos Sociais regista crescimento de 87%. Há mais de 1.500 camas de hospital ocupadas por pessoas que já tiveram alta mas não têm para onde ir. Grande maioria dos casos acontece na Região Norte. Um quinto dos pacientes internados por covid-19 está nesta situação.

Duas ONG acusam as grandes farmacêuticas de terem bloqueado a investigação científica em áreas que necessitavam de financiamento, entre elas a “prevenção de epidemias" (como as dos coronavírus), tendo privilegiado projetos em áreas “comercialmente mais rentáveis”.