O ataque mortal de Israel à frota de barcos humanitários que iam em direcção a Gaza chocou o mundo. Tristemente o Governo português nada mais fez do que lamentar.
Muitos comentários têm insistido no debate acerca da oportunidade ou não de investir no TGV. Volto agora ao tema, para sublinhar alguns tópicos e argumentos.
Valter Lemos talvez tenha achado que chegou a hora de também no Ministério do Trabalho dar o ar da sua graça e começar a insultar os desempregados e desempregadas.
Teixeira dos Santos levou a Wall Street: a garantia do Governo Sócrates, “em tango” com Passos Coelho, que penaliza os mesmo de sempre e que não tomará qualquer medida contra os responsáveis da crise.
Valter Lemos revelou que a medida que obriga as pessoas, que estão desempregadas, a aceitar um trabalho, desde que o vencimento seja apenas 10% superior ao subsídio de desemprego, foi tomada no seguimento das reclamações dos patrões de Braga.
O que supostamente deveria ser uma situação gerida pela PSP de forma banal num caso de mero “barulho excessivo às tantas da noite”, foi tratada com a mais pura violência, impossibilitando às vitimas de se exprimirem através dos seus direitos enquanto cidadãos.