Os resgates à Grécia, à Irlanda e a Portugal já mostraram que, a continuar assim, a dívida destes países é impagável, que serão precisos mais pacotes de financiamento e que o caminho só promete mais austeridade, mais recessão e menos emprego.
Na sua ânsia privatizadora, o Governo pretende ir mais longe que o seu antecessor e o memorando da troika ao anunciar novas privatizações: entre elas, encontra-se o Grupo das Águas de Portugal.
Trinta dias. Um mês. Foi o tempo que passou desde que o governo tomou posse, mas o tempo suficiente para percebermos a sua mensagem: “Esqueçam tudo o que dissemos na campanha”.
Impor orientações sobre a forma como a comunidade académica se deve vestir em nada dignifica a instituição “Universidade”, pelo contrário, é uma machadada no espírito do saber, que se quer universal, libertador e imune ao preconceito.
Um país, dois sistemas - eis o horizonte enunciado para o país por este “governo de guerra”. Um sistema para ricos, outro para pobres. Um com almofadas, outro sem.
Não prevendo qualquer papel para a mudança de estrutura produtiva ou de comportamentos, os editores do Economist defendem que a única saída da crise climática é o investimento em experiências próprias de cientistas loucos com o objectivo de moldar o clima à medida das nossas necessidades.