Opinião

Immanuel Wallerstein

Ambos países estão espantados com a ideia de que a sua estreita aliança pode chegar ao fim. Mas pode.

Marisa Matias

Os resgates à Grécia, à Irlanda e a Portugal já mostraram que, a continuar assim, a dívida destes países é impagável, que serão precisos mais pacotes de financiamento e que o caminho só promete mais austeridade, mais recessão e menos emprego.

José Manuel Pureza

O Conselho Europeu deixou duas mensagens claras, ambas erradas e ambas sombrias para as economias e as sociedades da Europa.

Rita Calvário

Na sua ânsia privatizadora, o Governo pretende ir mais longe que o seu antecessor e o memorando da troika ao anunciar novas privatizações: entre elas, encontra-se o Grupo das Águas de Portugal.

João Ricardo Vasconcelos

Não é de admirar que, num curto ápice, a direita política esteja a conseguir fazer passar uma série de medidas que há muitos anos ambiciona.

Catarina Martins

Trinta dias. Um mês. Foi o tempo que passou desde que o governo tomou posse, mas o tempo suficiente para percebermos a sua mensagem: “Esqueçam tudo o que dissemos na campanha”.

Miguel Reis

Impor orientações sobre a forma como a comunidade académica se deve vestir em nada dignifica a instituição “Universidade”, pelo contrário, é uma machadada no espírito do saber, que se quer universal, libertador e imune ao preconceito.

António Chora

O Governo vem com o objectivo de privatizar tudo o que dê lucro, nacionalizar os prejuízos bancários bem como os nossos salários.

Immanuel Wallerstein

A contra-ofensiva geopolítica dos Estados Unidos, com a Aliança do Pacífico, está desfeita.

Pedro Filipe Soares

O volte face presidencial mostra como é diferente a tragédia se nos bate à porta: mudou o governo, mudou a sensibilidade.

José Manuel Pureza

Um país, dois sistemas - eis o horizonte enunciado para o país por este “governo de guerra”. Um sistema para ricos, outro para pobres. Um com almofadas, outro sem.

Ricardo Coelho

Não prevendo qualquer papel para a mudança de estrutura produtiva ou de comportamentos, os editores do Economist defendem que a única saída da crise climática é o investimento em experiências próprias de cientistas loucos com o objectivo de moldar o clima à medida das nossas necessidades.