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SOS Animal alvo de ameaças devido a campanha contra corridas de cães

As intimidações não a farão desviar-se do caminho que traçou “para proteger todos os animais”, garante a SOS Animal, lembrando ainda aos deputados que chumbaram a proibição das corridas de cães que devem responder aos interesses da sociedade civil, e não aos “interesses recreativos de alguns grupos”.
Imagem de SOS - Animal.
Imagem de SOS - Animal.

“Em resposta às notícias que circulam sobre o alegado processo instaurado à SOS Animal – Portugal por parte de entidades que promovem corridas de cães e outras atividades semelhantes, informamos que estamos disponíveis para responder, em sede própria, a toda e qualquer solicitação que nos for dirigida, sempre fundamentados pela ciência e factos”, começa por esclarecer a SOS – Animal.

Num comunicado assinado pela presidente da direção da organização não-governamental de ambiente (ONGA), Sandra Duarte Cardoso, a SOS Animal denuncia ainda que, na sequência da sua campanha de sensibilização sobre “as práticas e métodos utilitaristas exercidos sobre cães usados em corridas”, tem sido alvo de “ameaças, difamação, injúrias e pressões de coletivos e indivíduos, inclusive com responsabilidades na área da informação, sobre os quais recai o dever cívico de informar – e não influenciar”.


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No entanto, as intimidações não a farão desviar-se do caminho que traçou “para proteger todos os animais”, garante a SOS Animal, que continuará a defender “todos aqueles que são oprimidos, abusados e descartados, abrindo caminho dentro da nossa sociedade para que a evolução exigida pela mesma se traduza em legislação, no sentido de abolir práticas cruéis e inadmissíveis contra animais numa sociedade civil evoluída”.

Na missiva, a ONGA escreve também que espera dos deputados que chumbaram a proibição das corridas de cães “a consciencialização de que os seus cargos públicos devem ser assentes nos interesses da sociedade civil – devendo esta ser auscultada na tomada de decisões, e não no livre-arbítrio dos interesses recreativos de alguns grupos”.

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