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“São precisas medidas concretas de apoio às micro e pequenas empresas”

Para este sábado foram agendados protestos em Lisboa, Setúbal e Guimarães dos setores da hotelaria, restauração, arte e cultura. Isabel Pires esteve presente esta manhã no Rossio, alertando para a necessidade de respostas “rápidas e robustas”. O Bloco reúne segunda-feira com a AHRESP.
Foto de RODRIGO ANTUNES/LUSA.

Milhares de micro e pequenas empresas dos setores mais afetados pela crise têm ocupado as ruas em protesto contra a inércia do Governo no que concerne à criação de apoios que, efetivamente, permitam mitigar os efeitos da crise pandémica.

Os manifestantes têm dado conta das dificuldades com que têm sido confrontadas empresas e trabalhadores e alertam para a agudização da crise nestes setores. Perante a ausência de respostas concretas e atempadas, muitos estabelecimentos poderão vir a encerrar portas ou, pelo menos, a reduzir o número de trabalhadores.

O Bloco tem estado presente nestes protestos e defendido que são necessários mais apoios. No final da manhã deste sábado, Isabel Pires participou na iniciativa que teve lugar no Rossio, em Lisboa. Na sua página de facebook, a deputada bloquista defende que “são precisas medidas concretas de apoio às micro e pequenas empresas, sob risco de dentro de pouco tempo termos uma onda de insolvências e consequente desemprego”.

“A crise pandémica exige responsabilidade a todos e todas, mas também exige medidas de apoio rápidas e robustas”, escreve.

Milhares de micro e pequenas empresas dos setores mais afetados pela crise manifestam-se hoje, com quem estamos...

Publicado por Isabel Pires em Sábado, 14 de novembro de 2020

Na próxima segunda-feira, o Bloco irá reunir com a direção da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP). A coordenadora do Bloco, Catarina Martins, e a deputada Isabel Pires participarão neste encontro.

Em carta aberta enviada ao primeiro-ministro, António Costa, a AHRESP afirma que o setor perdeu 49 mil postos de trabalho no terceiro trimestre deste ano. A Associação adianta ainda que, de acordo com o último inquérito que realizou, 41% das empresas de Restauração e Similares ponderam ir para insolvência e 19% do Alojamento Turístico vai no mesmo sentido.

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