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Rio Tejo foi vítima de mais um “crime inqualificável”

No último dia do ano, o Tejo foi alvo de um novo derrame poluidor. O deputado bloquista Carlos Matias esteve no local para avaliar a situação e ouvir os ambientalistas da SOS Tejo, que denunciaram o ataque. Segundo o dirigente do Bloco, estes crimes “terão de passar a ser pesadamente punidos”.

Os criminosos que regularmente provocam derrames poluidores no Tejo, a partir de Vila Velha de Ródão, escolheram o último dia do ano para perpetrarem um novo ataque. Na zona da Ortiga, em Mação, a partir do meio dia, começaram a ser bem visíveis as manchas de espuma branca, com uma textura gomosa, a flutuarem sobre as águas muito negras do rio, também escurecidas pela poluição.

A denúncia partiu dos ambientalistas da associação SOS Tejo, que foram monitorizando a situação até ao final do dia, quando escureceu. Os ambientalistas alertaram diversos serviços com responsabilidade na área do ambiente. Mas as expectativas não eram muitas, já que a data e a hora escolhidas para o lançamento da poluição no Tejo parecem ter sido cuidadosamente escolhidas.

O deputado bloquista Carlos Matias, eleito por Santarém, esteve no local ao final da tarde de 31 de dezembro para avaliar a situação e ouvir os ambientalistas da SOS Tejo. Constatando que “existem criminosos que escolheram precisamente a véspera de ano novo para cometer mais um crime inqualificável”, o dirigente do Bloco destacou que estamos perante um crime com dolo, dada a maneira como foi feito.

"Trata-se de mais um ataque, na linha de outros anteriores, que terão de passar a ser pesadamente punidos", defendeu, sublinhando que “a impunidade terá de acabar, de uma vez por todas".

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