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"Para que os acordos sejam à esquerda, é no Bloco que é preciso votar”

Em declarações numa arruada em Almada, Catarina Martins afirmou que “o Bloco é o voto que conta para um contrato para o país que possa ultrapassar a instabilidade da pandemia e fazer a recuperação da economia”.
Arruada em Almada - Foto de Pedro Almeida
Arruada em Almada - Foto de Pedro Almeida

Nas declarações à comunicação social durante uma arruada de campanha em Almada, a coordenadora do Bloco salientou que o PS já disse que quer dialogar no dia 31, faltando saber se esse diálogo é com o PSD ou com o Bloco.

“O PS já disse que terá de haver entendimentos, que terá de haver diálogo, ora para garantir que esses entendimentos são à esquerda e não com o PSD, o voto que conta é o voto no Bloco de Esquerda no domingo. É isso que poderá trazer um contrato para o país, que possa fazer ultrapassar a instabilidade da pandemia e fazer a recuperação da economia”, afirmou Catarina Martins.

“Seja quem for que ganhar, vai abrir-se um espaço de diálogo no Parlamento. Para que esses acordos sejam à esquerda, é no Bloco que é preciso votar”, reforço Catarina Martins.

E explicou: “Será a força do Bloco de Esquerda a forçar um contrato para o país, que é negociado à esquerda, que vai respeitar quem trabalha, que vai defender os serviços públicos, que vai defender a democracia e a exigência do respeito por cada um e cada uma”.

“É hoje claro que vai haver uma maioria à esquerda no Parlamento”, acrescentando que “o voto no domingo no Bloco de Esquerda é o que desempata por um contrato em nome de quem trabalha”, declarou a coordenadora bloquista.

Questionada por um jornalista que disse que as sondagens não indicam uma maioria de esquerda, Catarina Martins afirmou que “sondagens não são votos” e explicou: “o que eu sei é que há uma maioria neste país, comprometida com quem trabalha, que não quer a lei da selva, comprometida com uma Segurança Social Pública que respeita quem trabalhou toda uma vida, que quer o acesso à Educação”,

“O grande objetivo do Bloco de Esquerda é forçar entendimentos e um contrato à esquerda no país. Queremos ser a terceira força política em Portugal, queremos derrotar a direita, queremos ter um contrato à esquerda”, reafirmou a coordenadora do Bloco.

“A eleição de deputados e deputadas do Bloco de Esquerda em todo o país é o que trava a direita e é o que vai garantir que vai haver um contrato à esquerda, que resolva os problemas dos salários, das pensões, da saúde, que saiba lidar com a questão climática, a emergência que vivemos”, frisou a concluir Catarina Martins.

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