A Câmara Municipal de Lisboa (CML) abriu a linha esta quinta-feira, 10 de setembro de 2019.
O Vereador Manuel Grilo afirmou que “o objetivo é atender e acompanhar vítimas, em complemento às respostas que a cidade já possui, investigar para perceber o impacte da Covid nas formas de vitimação, avaliar para ajustar a resposta às necessidades da cidade e das/dos munícipes.”
Em nota do gabinete do vereador, refere-se que a resposta é municipal e salienta a necessidade do reforço das políticas públicas no combate ao flagelo da violência doméstica.
A iniciativa é o resultado de um acordo de colaboração entre a CML, através do Pelouro dos Direitos Sociais, e da Universidade NOVA de Lisboa, através do Observatório Nacional de Violência e Género (ONVG) envolvendo a direção técnica da associação “FEM - Feministas Em Movimento” (https://fem.org.pt/) .
O Público lembra que no segundo trimestre de 2020 houve 6928 queixas de violência doméstica, menos 6,2% que no mesmo período em 2019. No entanto, houve mais 570 em comparação com os primeiros três meses deste ano.