Cultura

O governo mexicano pretende que as peças anteriores à colonização lhes sejam restituídas. A ministra da Cultura defende que estas “não são artigos de luxo para decorar uma casa” e critica que “o património cultural se tenha tornado uma mercadoria, quando representa a identidade dos povos”.

O novo livro de Rubens Casara esmiúça como o projeto neoliberal substituiu o cidadão pelo consumidor despolitizado, retirando as pessoas dos ambientes coletivos para competirem entre si individualmente em espaços privatizados – e mostra por que o aprofundamento democrático precisa ser anticapitalista. Por Roberta Pedrinha.

No dia 5 de novembro de 2014, morreu Manitas de Plata, o artista flamenco que vendeu mais álbuns durante a sua carreira de guitarrista. Por António José André.

O filme “Quo Vadis, Aida?”, da realizadora Jasmila Žbanić, obteve vários reconhecimentos internacionais. A força e o propósito do filme consiste em denunciar o que foi um crime contra a humanidade numa zona de segurança da ONU. Por Catherine Samary

porCatherine Samary

Há vestígios de colonização humana datados de entre 750 a 850. Esta é atribuída aos povos nórdicos que, devido ao aumento das temperaturas e ao fortalecimento dos ventos teriam mais facilidade em alcançar o arquipélago.

Soraia Simões de Andrade guia-nos pela história dos movimentos artísticos ligados ao maoísmo durante a década de 1970.

porSoraia Simões de Andrade

As peças foram saqueadas pelas tropas francesas no final do século XIX. Metropolitan Museum de Nova Iorque também está a investigar a origem de 45 artefatos cambojanos.

A Plateia e a APR desmentem Graça Fonseca e dizem que “a versão final do Estatuto não resultou de muito diálogo”, não combate a precariedade e o acesso à nova prestação é “altamente limitado”.

As reuniões do grupo interministerial, criado em 2020, foram suspensas no início deste ano. O Conselho de Ministros desta quinta-feira irá aprovar um documento com falhas profundas e “sem ter retomado contacto ou dado qualquer retorno às estruturas coletivas do setor”, alerta a Plateia.

A primeira mulher a publicar um romance em Moçambique venceu o Prémio Camões 2021. À Lusa, Paulina Chiziane dedicou o prémio às mulheres, afirmando que “este prémio serve para despertar as mulheres e fazê-las sentir o poder que têm por dentro".

“Territórios desconhecidos: a criatividade das mulheres na cerâmica moderna e contemporânea portuguesa (1950-2020)” é o título da exposição que inaugura em dezembro, no Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa. Maria Keil, Vieira da Silva, Graça Morais ou Fernanda Fragateiro são algumas das artistas presentes. 

O escritor Gonçalo M. Tavares recebeu o Prémio Universidade de Lisboa, de 25 mil euros, pela sua obra “singular”. "Jerusalém", "O Osso do Meio", "Uma Viagem à Índia" ou "Histórias Falsas" são alguns dos livros de Gonçalo M. Tavares, cuja obra foi já publicada em mais de cinquenta países. 

Os 80 anos do nascimento de Adriano Correia de Oliveira serão assinalados ao longo de “todo o ano” de 2022 com concertos, exposições, banda desenhada, tertúlias, uma serigrafia e depoimentos para “avivar a memória e perpetuar a obra” do músico.

Entre 21 e 31 de outubro, a 19ª edição do Doclisboa será “bastante intensa e viva”, ocupando vários espaços da cidade. A abertura é já esta quinta-feira, com dois gestos de resistência, pela força dos filmes de Marta Popivoda e Sergio Silva. O Esquerda.net irá acompanhar este festival. Por Mariana Carneiro.

porMariana Carneiro

A revista foi lançada a 15 de outubro de 1921 com uma tiragem de 8.000 exemplares. No próximo domingo, o Esquerda.net publicará um dossier sobre os 100 anos da Seara Nova.