O Comandante da Zona Marítima do Sul proibiu a prática das massagens nas praias algarvias. Reis Ágoas alega agir em nome da "saúde pública" e afirma ter pareceres de diversas entidades a suportar a decisão. Os serviços de massagens estão cada vez mais generalizados nas praias de todo o mundo.
Em defesa da "saúde pública", o comandante Reis Ágoas, responsável pela zona marítima do sul, decidiu proibir a prática de massagens nas praias do Algarve.
Em declarações à imprensa, o responsável explicou "toda a gente sabe como é que começa uma massagem e ninguém sabe como é que ela acaba". Esclarecendo não querer dizer "que não haja profissionais respeitáveis", o comandante lembrou que "atrás de respeitáveis práticas poderão surgir práticas mais irresponsáveis", remetendo a realização de massagens para os salões de beleza.
Os serviços de massagens estão cada vez mais generalizados nas praias de todo o mundo, em particular no Brasil. No Algarve, há vários serviços do género, que asseguram não interromper a sua actividade com esta proibição.
O comandante da zona marítima do sul já tinha causado perplexidade e revolta entre os residentes no Algarve (que são os frequentadores mais regulares das praias) quando decidiu proibir a prática de windsurf no interior da Ria Formosa.