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Nuno Pinheiro

Investigador de CIES/IUL

Artigos do Autor(a)

4 de Maio, 2018 - 16:06h

Não será pelas fotografias que se conhecerá o pensamento, o percurso, ou a vida de Marx. Artigo de Nuno Pinheiro.

13 de Março, 2018 - 17:55h

Apanhar o barco tornou-se uma roleta, horários não existem, nunca se sabe como estará o serviço. Com os temporais também foi posta em causa a segurança.

17 de Novembro, 2017 - 15:59h

O texto seguinte não se encontra nas páginas de uma revista de moda, nem na página de um museu. Espero, num futuro não muito longínquo, fazer uma versão mais alargada e completa.

23 de Outubro, 2017 - 14:01h

As eleições de 1 de outubro de 2017 tiveram um efeito curioso, não permitiram que o Secretário-Geral do PCP fizesse o discurso da vitória, discurso que acontecia sempre, fossem bons ou maus os resultados.

13 de Maio, 2016 - 15:09h

A guerra em torno dos contratos de associação não é nova, todos os anos tem um episódio em torno da definição do número de turmas.

12 de Abril, 2016 - 21:04h

Para que serve o Colégio Militar, quais são as suas condições de acesso e, finalmente, terá razão de existir?

13 de Janeiro, 2016 - 13:41h

As Novas Regras de Avaliação Externa no Ensino Básico são um pequeno passo, há muitas questões ainda por resolver.

29 de Novembro, 2015 - 11:20h

Houve um sinal positivo no dia 20 de novembro, espera-se que seja um sinal de mudança, pois toda a atuação do governo Passos/Portas foi no sentido de agravar os problemas da criança.

13 de Novembro, 2015 - 16:12h

Na abertura do ano letivo de 1974/75 constata-se que não existiam salas para os alunos que entravam de novo no Liceu de Almada. O Ministério da Educação revelava-se incapaz de resolver o problema. Nas Reuniões Gerais de Alunos começa-se a falar numa solução, ocupar o Seminário de Almada que acaba por ser aprovada. Por Nuno Pinheiro.

7 de Novembro, 2015 - 23:30h

Resumindo os últimos quatro anos de política educativa é inevitável falar em retrocesso, não só das concepções educativas, mas também dos resultados escolares, em que se inverteu a tendência para uma melhoria que vinha a acontecer lentamente. O discurso da “exigência” não foi mais que o regresso a um ensino selectivo e classista.

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