As vigílias vão realizar-se simultaneamente às 18.30h, em Lisboa junto ao “Diário de Notícias” na Av. da Liberdade e no Porto junto ao “Jornal de Notícias” na Rua Gonçalo Cristóvão.
O grupo Controlinveste pretende despedir 160 trabalhadores, sendo 140 através de despedimento coletivo, dos quais 64 jornalistas.
Os jornalistas e restantes trabalhadores do grupo Controlinveste realizaram já uma concentração (ver notícia no esquerda.net) e aprovaram uma moção exigindo a suspensão do despedimento coletivo (ver notícia no esquerda.net).
Como sublinharam na moção que aprovaram, os trabalhadores do grupo Controlinveste “apelam à participação dos jornalistas, dos trabalhadores do setor da comunicação social, das associações culturais e cívicas, do movimento sindical, dos movimentos e organizações sociais, dos intelectuais e dos cidadãos em geral”.
A vigília é contra o brutal despedimento coletivo, o enfraquecimento do JN, do DN, da TSF e da NM, o ataque ao pluralismo informativo e o violento ataque à Democracia.
A indignação contra os despedimentos em massa nos órgãos de comunicação levou um grupo de jornalistas a reunir e aprovar um manifesto com o título “Vamos a isso que se faz tarde” na passada quinta-feira em Lisboa e têm em vista a preparação de um Congresso de Jornalistas, para além de debates e outras ações (ver notícia no esquerda.net).