Nos dias 22, 23 e 24 de abril, os trabalhadores da Aapico estão em greve durante duas horas no final de cada turno. Esta luta repete-se no dias 29 e 30 de abril.
Os trabalhadores lutam contra a desigualdade salarial e defendem aumentos salariais dignos e justos, contestando a proposta da administração de aumentos de 4,3%.
“As estruturas sindicais iniciaram negociações sobre o caderno reivindicativo de 2024 com a administração, como faz todos os anos, que com o seu trabalho e dedicação conseguem chegar a um acordo, que garanta um mínimo de valor atribuído para todos os trabalhadores” refere o SITE-Norte em comunicado, acrescentando que “depois de várias reuniões, a administração não mostra abertura negocial. Não garantindo assim um valor igual para todos os trabalhadores.”
“Esta postura inflexível, aumenta ainda mais a situação de discriminação salarial na empresa” refere a estrutura sindical, clarificando que “a administração, de forma unilateral, decidiu dar um aumento em percentagem (4.3%), não abrangendo os trabalhadores que se encontram em progressão salarial”. Perante esta situação os trabalhadores decidiram avançar para a greve.
A Aapico, situada da Maia, é uma empresa com sede na Tailândia que produz componentes para a indústria automóvel.