A petição é dirigida ao Governo e está a circular na Internet.
No documento assinala-se que, há 13 anos, Berardo “conseguiu convencer o Estado a dar-lhe o maior espaço de exposição de arte do país para instalar a Coleção”, com um acervo de 862 peças na altura.
“Desde então, os custos da sua manutenção foram integralmente assumidos pela comparticipação do Estado”, salienta o texto, apontando que Berardo falhou repetidamente obrigações protocoladas, “não foi um filantropo”, utilizou o que é público em proveito pessoal e “voltará a ameaçar com a dissolução do Museu caso isso lhe seja vantajoso”.
O apelo ao afastamento de Berardo de “qualquer cargo administrativo do Museu” é justificado pelo reconhecimento do valor da Coleção, pelo que foi pago para a sua manutenção e para proteger o seu acervo.