Presidenciais

Nas ruas de Lisboa, Catarina sentiu “a força de um país que não se resigna a viver pior”

14 de janeiro 2026 - 20:11

Na arruada na baixa de Lisboa, Catarina ouviu palavras de apoio na maior mobilização de apoiantes nas ruas antes de a campanha rumar ao norte do país.

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Catarina Martins
Arruada com Catarina Martins na Baixa de Liboa . Foto de Manuel de Almeida/Lusa

“Há bocadinho, um senhor veio ter comigo e veio-me dizer “no domingo eu voto em si, porque é preciso alguém que fale de coisas a sério. Estou farto de uma campanha em que não se diz nada”. E eu acho que é mesmo isso”, disse Catarina Martins aos jornalistas a meio de uma arruada que partiu do Largo do Carmo e percorreu o Chiado, acompanhada de bombos, bandeiras e o cântico “Catarina a Presidente, um país para toda a gente”.

Esta arruada foi a maior mobilização da campanha e Catarina vê nela a convicção de que “Portugal pode ser um país melhor e a política pode ser a resposta à vida das pessoas”.

As tradicionais arruadas na zona do Chiado e da Baixa á não têm o mesmo público de outras décadas, com os turistas a serem a maioria dos transeuntes. Mas também por isso “é importante ocuparmos os centros das cidades também quando fazemos campanha, quando reivindicamos a democracia. Trazer as campanhas aos centros das cidades, mesmo quando o turismo já ocupou todo o espaço, é também uma reivindicação”, afirmou Catarina.

Quanto às perspetivas para o resultado de domingo, Catarina diz que espera que a sua candidatura junte “a força de um país que não se resigna a viver pior e, pelo contrário, tem esperança em poder construir um Portugal melhor”. E será essa esperança e essa força na primeira volta que trará “soluções muito mais fortes também na segunda volta”, acrescentou.

“Cada voto na minha candidatura será um voto nessa convicção de que podemos ser melhores, de que nos podemos cuidar, de que podemos viver muito melhor neste país. Essa força vai levar-nos na primeira volta e em todas as voltas que o mundo der”, concluiu a candidata antes dos dois dias finais da campanha nos distritos do Porto e de Braga.

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