A 3 de outubro, a Hengaw informava que “Armita Garawand, uma menina de 16 anos, está em coma desde domingo, 1 de outubro, devido a graves agressões físicas por parte da polícia da moralidade no metro de Teerão” por não cumprir o “hijab” obrigatório.
A organização denunciava ainda a perseguição a quem tentava obter informações sobre os acontecimentos e o controlo exercido pelas autoridades iranianas sobre a família da jovem.
E referia que, “desde que o incidente da situação de Armita se tornou viral, todos os meios de comunicação afiliados ao Estado negaram sistematicamente a agressão física a esta jovem, e os funcionários do governo alegaram que não ocorreu nenhuma altercação física”.
Este sábado, a agência noticiosa oficial IRNA divulgava a morte de Armita Garawand: “Infelizmente, entrou em coma durante algum tempo, depois de ter sofrido danos cerebrais. Morreu há poucos minutos".