O presidente do Governo Regional da Madeira constituído arguido por suspeitas de corrupção viu o seu pedido de exoneração aceite pelo representante da República esta segunda-feira, tendo a exoneração sido publicada em Diário da República em seguida.
Para o deputado do Bloco na Assembleia Legislativa Regional da Madeira, “essa demissão já devia ter sido aceite pelo representante da República na semana passada”, quando Albuquerque e Ireneu Barreto se reuniram pela primeira vez após o escândalo e as buscas policiais à residência e gabinetes do chefe do governo madeirense e do PSD/Madeira.
Roberto Almada diz que "é claro que este Governo, por tudo o que se passou, não tem condições democráticas para continuar ao leme da Região Autónoma da Madeira”.
Por isso, espera que o Governo Regional se mantenha em gestão “até que o Presidente da República possa marcar eleições antecipadas, que é o que deve acontecer, porque o contrato que foi firmado com os madeirenses no passado dia 24 de setembro já não é válido, uma vez que as condições políticas alteraram-se”.