Lesados do BES cortaram trânsito e levantaram barreiras policiais

05 de junho 2015 - 17:02

O protesto que trouxe os clientes do papel comercial do BES a Lisboa esta sexta-feira passou por momentos de tensão com a polícia.

PARTILHAR
Manifestação dos lesados do BES perto da residência oficial do primeiro-ministro. Imagens RTP

Os confrontos com a PSP ocorreram no final do protesto, em frente à residência oficial de Pedro Passos Coelho. A meio da tarde e sob o calor que se fez sentir na capital, os manifestantes protestaram por serem obrigados a estar numa zona ao sol e bem longe da residência de São Bento.

Foi nessa altura que os manifestantes conseguiram retirar as barreiras policiais, sendo depois empurrados pela polícia, com recurso a bastonadas.  

O protesto começou junto à sede do Novo Banco e prosseguiu com um corte de trânsito na Avenida da Liberdade. A par do primeiro-ministro, também o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, e o presidente do Novo Banco, Stock da Cunha, foram alvo das palavras de ordem dos lesados do papel comercial. Os confrontos com a PSP ocorreram no final do protesto, em frente à residência oficial de Pedro Passos Coelho. A meio da tarde e sob o calor que se fez sentir na capital, os manifestantes protestaram por serem obrigados a estar numa zona ao sol e bem longe da residência de São Bento.

Foi nessa altura que os manifestantes conseguiram retirar as barreiras policiais, sendo depois empurrados pela polícia, com recurso a bastonadas.  

O protesto começou junto à sede do Novo Banco e prosseguiu com um corte de trânsito na Avenida da Liberdade. A par do primeiro-ministro, também o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, e o presidente do Novo Banco, Stock da Cunha, foram alvo das palavras de ordem dos lesados do papel comercial.

Os manifestantes insistem em ver devolvido o dinheiro que perderam, por terem sido enganados pelos gestores do antigo BES, que na sua maioria continuam ao serviço do Novo Banco. E alertam os futuros compradores das responsabilidades financeiras com que irão ser confrontados, caso o governo e o Banco de Portugal não resolvam a sua situação antes da venda do banco. O protesto seguiu então para São Bento, com uma curta paragem em frente à sede do PS no Largo do Rato.

Os manifestantes insistem em ver devolvido o dinheiro que perderam, por terem sido enganados pelos gestores do antigo BES, que na sua maioria continuam ao serviço do Novo Banco. E alertam os futuros compradores das responsabilidades financeiras com que irão ser confrontados, caso o governo e o Banco de Portugal não resolvam a sua situação antes da venda do banco. O protesto seguiu então para São Bento, com uma curta paragem em frente à sede do PS no Largo do Rato.