Está aqui

Infeção de malware a nível mundial

O NHS [Serviços Nacional de Saúde britânico] é um dos principais afetados, mas também a Telefónica, a Vodafone, a KPMG e Portugal Telecom foram afetadas.

Um ataque informático em larga escala afetou o National Health Service [Serviço Nacional de Saúde britânico] bem como empresas e bancos em vários países em todo o mundo, tais como a espanhola Telefónica, ou a Vodafone, KPMG e PT em Portugal. 

O ataque é relativamente simples, consistindo em malware aceite pelo próprio utilizador que encripta e bloqueia o acesso ao computador, exigindo compensação financeira a troco do desbloqueamento. Mas a escala e timing do ataque obrigam a considerar uma coordenação.

O caso britânico afeta vários hospitais e serviços em todo o país, com vários sistemas clínicos e gestão de pacientes inoperacionais. Os blocos operatórios de Liverpool e Manchester também ficaram em risco. Particularmente problemático é a incapacidade de aceder a dados clínicos dos pacientes bem como resultados de análises. Esta é a imagem que surge quando um computador é afetado:

 

 

Como medida de contenção, o NHS cortou as redes de ligação de internet com os serviços não afetados de forma a criar um perímetro de quarentina.

Por seu lado a EDP anunciou que cortou também os acessos à Internet da sua rede de energia, de forma a prevenir um ataque informático, uma decisão tomada em coordenação com a Polícia Judiciária e o Centro Nacional de Cibersegurança (CERT).

A Portugal Telecom tinha já anunciado ao início da tarde que haveria “um vírus perigoso – malware – a circular na Internet”, pedindo cautela na navegação na rede e na abertura de anexos de correio eletrónico.

A Telfónica foi obrigada a desligar todos os sistemas informáticos da sua sede central em Madrid, após detetar vários computadores bloqueados. No caso espanhol, os equipamentos afetados ficaram com o monitor azul, apenas alguns aparecendo a imagem que surgiu no NHS.

Termos relacionados Internacional
(...)