No documento, disponível no site do SPGL, as organizações sindicais começam por salientar que “na verdade não se trata de uma greve mas de várias”: as greves de dias 7, 11, 12, 13 e 14, “que são greves nacionais de professores do ensino básico e secundário”, e a greve de dia 17 de junho, “que é uma greve geral de educadores de infância, dos professores dos ensinos básico, secundário e superior e dos investigadores científicos”.
O documento salientam que é importante haver um pré-aviso de greve para cada dia e clarificam que durante um dia de greve um/a docente pode ir trabalhar durante um período e fazer greve noutro período.
O documento esclarece também qual o desconto que um docente terá no salário, se aderir à greve nos dias 7, 11, 12, 13 e 14.
As organizações sindicais respondem ainda a diversas questões sobre os serviços mínimos, salientando que “a educação não consta da lista de órgãos ou serviços sujeitos a serviços mínimos”, contidos no respetivo artigo da lei.
O documento das organizações sindicais está disponível neste link:
http://www.spgl.pt/cache/bin/XPQ3jTwXX13794eV28FetSMaZKU.pdf