Segundo o mesmo ministério, citado pela agência France Press, estes dois exercícios, batizados como “Key Resolve” e “Foal Eagle”, serão substituídos por manobras mais restritas “com a finalidade de preservar uma sólida preparação militar” das forças estacionadas na Coreia do Sul.
Esta decisão terá sido tomada numa conversa telefónica entre os ministros da Defesa sul-coreano e norte-americano, Jeong Kyeong-doo e Patrick Shanahan, três dias após a cimeira entre o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Hanói.
As manobras “Foal Eagle” provocam anualmente a cólera de Pyongyang, que vê nelas uma representação de uma invasão da Coreia do Norte. Em 2018, 200 mil soldados sul-coreanos e 30 mil norte-americanos participaram nos dois exercícios.
Os dois países têm vindo a reduzir vários exercícios militares conjuntos e os bombardeiros norte-americanos deixaram de sobreavor a Coreia do Sul. Trump já se tinha queixado do custo destes exercícios; entretanto, exclui a retirada dos 28.500 soldados norte-americanos na Coreia do Sul.