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Cuidadores informais: Bloco apela a Governo para não atrasar mais este processo

Lembrando que o projeto bloquista já está em especialidade há muitos meses, Catarina Martins apelou ao executivo “que não deixe as pessoas à espera”, já que “elas precisam de resposta, de apoio, de formação”. Bloco quer lei pronta até ao final de fevereiro.
Foto de Paula Nunes.

Sublinhando que o tema dos cuidadores informais é um tema muito importante no país, “porque há 800 mil pessoas em Portugal a necessitar desses cuidados informais”, Catarina Martins lembrou que esta matéria começou a ser discutida no Parlamento Europeu, com Marisa Matias, e que, entretanto, deu origem a um projeto de lei entregue na Assembleia da República.  

“O apelo que queremos fazer é que o Governo não atrase mais este processo”, avançou a coordenadora bloquista.

“O projeto do Bloco já está em especialidade há muitos meses, foi debatido em todo o país, e o que tínhamos acordado entre todos os partidos é que até ao princípio da próxima semana, até terça-feira, entravam as propostas de todos os partidos para a seguir se fazerem as votações de especialidade e termos a lei até ao final de fevereiro pronta. E, na verdade, o Governo acabou por, só esta semana, fazer as suas próprias propostas e ainda não as entregou no Parlamento”, explicou Catarina Martins.

A dirigente do Bloco defendeu que “estas pessoas não podem esperar mais”, apelando ao Governo para “não deixar as pessoas à espera”, já que elas “precisam de resposta, de apoio, de formação”.

“São muitos anos, organizaram-se para poder ter um estatuto do cuidador informal, o próprio presidente da República já veio apelar a que esse trabalho seja feito”, sinalizou.

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