Na tarde de quinta-feira, a campanha presidencial de Catarina Martins quis mostrar outro bom exemplo do que se faz em Portugal. Desta vez no Centro de Computação Avançada do Minho, onde está o supercomputador Deucalion, um computador de alto desempenho que serve a inovação em áreas como a inteligência artificial, a medicina ou o combate às alterações climáticas.
Presidenciais
“Precisamos de uma Presidente que seja a voz das necessidades da população”
Catarina afirmou que este projeto inaugurado em 2023 “permitiu à ciência em Portugal ter acesso a meios que nunca tinha tido e estar em cooperação europeia, o que é muito importante”, pois “a rapidez como podemos fazer cálculos muda a forma e a qualidade da ciência que podemos fazer e a quantidade de áreas em que podemos intervir”.
E se “todos os países precisam de projetos” para o futuro, Catarina Martins defende que para Portugal “a Ciência é esse grande projeto”, aproveitando a revolução tecnológica que está em curso e a existência de uma “crise ambiental para responder” com a transição energética.
“Podemos ficar para trás e ter uma economia de baixos salários ou ter um país que investe na Ciência e responde aos desafios do nosso tempo”, transformando a economia com maiores qualificações, melhores salários e melhor qualidade de vida, prosseguiu a candidata.
“Uma Presidente da República pode ser um motor para olhar o futuro de Portugal” e Catarina vê o país a fazer em simultâneo a transição energética e a transição digital para se colocar na vanguarda e ter “uma economia mais preparada para o futuro”.
Por isso, o apelo ao voto em Guimarães foi feito “para que haja força para fazer este projeto” de transformação do país.