Presidenciais

Catarina vê na Ciência o “grande projeto” para o futuro de Portugal

15 de janeiro 2026 - 15:55

Na visita ao supercomputador Deucalion, em Guimarães, Catarina Martins defendeu que o país tem de investir para responder ao mesmo tempo às transições digital e energética e assim tornar-se uma economia qualificada e não de de baixos salários.

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Catarina Martins na visita ao supercomputador Deucalion, em Guimarães.
Catarina Martins na visita ao supercomputador Deucalion, em Guimarães. Foto de Rafael Medeiros

Na tarde de quinta-feira, a campanha presidencial de Catarina Martins quis mostrar outro bom exemplo do que se faz em Portugal. Desta vez no Centro de Computação Avançada do Minho, onde está o supercomputador Deucalion, um computador de alto desempenho que serve a inovação em áreas como a inteligência artificial, a medicina ou o combate às alterações climáticas. 

Catarina afirmou que este projeto inaugurado em 2023 “permitiu à ciência em Portugal ter acesso a meios que nunca tinha tido e estar em cooperação europeia, o que é muito importante”, pois “a rapidez como podemos fazer cálculos muda a forma e a qualidade da ciência que podemos fazer e a quantidade de áreas em que podemos intervir”.

E se “todos os países precisam de projetos” para o futuro, Catarina Martins defende que para Portugal “a Ciência é esse grande projeto”, aproveitando a revolução tecnológica que está em curso e a existência de uma “crise ambiental para responder” com a transição energética.

“Podemos ficar para trás e ter uma economia de baixos salários ou ter um país que investe na Ciência e responde aos desafios do nosso tempo”, transformando a economia com maiores qualificações, melhores salários e melhor qualidade de vida, prosseguiu a candidata.

“Uma Presidente da República pode ser um motor para olhar o futuro de Portugal” e Catarina vê o país a fazer em simultâneo a transição energética e a transição digital para se colocar na vanguarda e ter “uma economia mais preparada para o futuro”.

Por isso, o apelo ao voto em Guimarães foi feito “para que haja força para fazer este projeto” de transformação do país.
 

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