No penúltimo dia da campanha, Catarina Martins quis ir ao centro do Porto para agradecer “às mulheres que salvaram o Bolhão”, numa luta que apoiou, vendo nestas vendedoras um “exemplo tão grande força contra interesses tão poderosos”, protagonistas de “um dos movimentos mais bonitos que a cidade viu”.
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Anos depois, “a luta continua para que o Bolhão não seja só para os turistas, mas que sirva os habitantes”, e muitas das mulheres que travaram a luta para salvar o mercado “continuam aqui a lutar por uma comunidade”.
Acompanhada por dezenas de apoiantes, Catarina foi recebida com cravos pelas vendedoras. Por entre abraços e promessas de apoio, a candidata defendeu que “Portugal pode ser um país com bairros e mercados vivos, em que há habitação no centro das cidades”.
Além do apelo ao voto das mulheres que tem feito ao longo da campanha, Catarina estendeu também o apelo “a todos os homens que querem que as suas filhas, as suas irmãs, as suas companheiras, as suas mães sejam respeitadas e vivam num país de iguais, que vão votar em mim no dia 18”.