Em comunicado citado pela Lusa, o gabinete do vereador responsável pelo pelouro da Ação Social, Manuel Grilo, refere que esta linha de apoio destina-se “a atender as necessidades específicas da população em situação de sem-abrigo presente nos centros de acolhimento” montados pela autarquia. Esta linha (213 816 161) tem por função apoiar os "técnicos sociais e de saúde presentes nos centros de acolhimento”, tendo já atendido mais de 600 pessoas.
Estima-se que cerca de 40% dos diabéticos em Portugal não têm diagnóstico, “uma situação que se agrava em situações de exclusão social” e é “especialmente recorrente no caso das pessoas que vivem na rua, com frequentes problemas de saúde e de vulnerabilidade”, é ainda indicado.
Numa parceria com a APDP Diabetes, garantimos que as equipas que dão respostas às pessoas sem abrigo terão mais apoio técnico especializado para esta doença que afeta também quem vive na rua.#Lisboa #Saúde #Covid19pt #Diabetes #Semabrigohttps://t.co/uzMJpBsTpA
— Manuel Grilo (@manuelfrgrilo) April 3, 2020
Nas últimas semanas e como resposta à crise pandémica de Covid-19, a Câmara Municipal de Lisboa abriu recentemente o quarto centro de acolhimento de emergência para pessoas em situação de sem-abrigo, nomeadamante no Pavilhão Municipal Casal Vistoso, no Pavilhão da Tapadinha, na Casa do Lago e no Clube Nacional de Natação.
Nestes centros de acolhimento, as pessoas em situação de sem-abrigo podem aceder a uma triagem de saúde, higiene pessoal, um banco de roupa, dormida e quatro refeições.