Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo Caixa Geral de Depósitos (STEC) afirma ainda que “a greve fez-se sentir em todo o universo do Grupo, muito especialmente na rede de Agências, com muitos balcões a encerrarem ou a funcionarem apenas para prestar informações, e muitos outros a funcionar sem as condições mínimas de segurança, recorrendo em muitos casos, a trabalhadores com vínculo precário e a estagiários”.
Segundo o STEC, “também os serviços centrais estão a funcionar de forma reduzida e essencialmente à base de trabalhadores em regime de outsourcing”.
No documento, esta estrutura sindical sublinha que “os trabalhadores do Grupo CGD, com esta manifestação de protesto, esperam agora que o Governo, a Assembleia da República e a Administração do Grupo, tirem as devidas ilações desta greve e saibam tomar as medidas de alteração de política que leve ao crescimento económico e à criação de emprego, pondo fim a esta caminhada acelerada para o empobrecimento, que os recentes dados económicos referentes aos dois primeiros meses deste ano confirmam”.
“Não é com austeridade que saímos da crise!”, remata o sindicato.