Itália

Meloni acordou instalar na Albânia dois centros de detenção de migrantes resgatados do Mediterrâneo. Scholz negociou com os estados alemães o aumento das verbas que o Estado central paga por requerente de asilo, ao mesmo tempo que reduz as suas condições de permanência no território.

Em causa está a duplicação de imagens em oito estudos publicados por Orazio Schillaci entre 2018 e 2022. O ministro nega responsabilidades.

Protestos irromperam no início desta semana, sobretudo no sul do país, depois de cerca de 170.000 pessoas terem recebido um sms a dizer que em agosto já não receberiam o “rendimento de cidadania”. A oposição fala numa “guerra contra os pobres”.

O governo de Meloni tinha exigido que as autoridades locais deixassem de registar casais do mesmo sexo como assumindo a maternidade/paternidade. A seguir, uma procuradora de Pádua passou a requerer a anulação de 33 certidões de nascimento passadas desde 2017.

Vale a pena aprender com a experiência italiana: a estratégia liberal de privatizações, desregulação laboral e redução de impostos falhou redondamente e não promoveu o crescimento nem a prosperidade para a maioria das pessoas no país. Por Vicente Ferreira no blogue Ladrões de Bicicletas.

Apoiado no seu grupo mediático, ocupou o vazio deixado pela implosão dos partidos do pós-guerra. Esteve décadas no centro da política italiana, atraindo a extrema-direita para o governo e fazendo tudo para escapar às malhas da justiça.

Roberto Calderoli, do partido de Salvini, foi condenado a sete meses de prisão por ter insultado num comício há dez anos a primeira ministra afrodescendente do país.

Uma estudante de 23 anos do Politécnico de Milão montou uma tenda no meio do campus. Desde então, o protesto tem crescido. E embora não seja massivo gerou um debate e uma proposta que, dizem os seus críticos, apenas aumentará a especulação imobiliária. Por Pedro Castrillo.

Num encontro com Giorgia Meloni, Rishi Sunak elogiou as resposta da primeira-ministra italiana em matéria de migrações, guerra e defesa, e a sua “condução muito cuidadosa da economia”.

Francesco Lollobrigida, cunhado de Meloni e ministro da Agricultura, proferiu declarações do tipo da teoria da conspiração da “grande substituição”. A oposição responde que “são palavras repugnantes”, “reminiscentes do regime fascista de Benito Mussolini”.

O executivo de extrema-direita italiano, liderado por Giorgia Meloni, prevê um financiamento inicial de cinco milhões de euros para a aplicação da medida, que terá a duração de seis meses e será implementada em todo o território nacional.