Almaraz - ameaça nuclear

A mobilização ibérica antinuclear de hoje em Madrid tem a importância essencial de não deixar as coisas ao sabor do tempo que as energéticas espanholas e o corrupto PP de Rajoy querem determinar.

Pedro Soares

Empresas, governos controlados por empresas e governos subjugados por outros governos, continuam a jogar com as nossas vidas ao permitir a extensão do nuclear na Península Ibérica perante todos os alarmes técnicos e sociais que foram dados nos últimos anos.

João Camargo

A Endesa e a Iberdrola aniquilaram as tímidas iniciativas diplomáticas do governo português.

Jorge Costa

Parece estranho, habituados que estamos a pensar que o nuclear não é connosco, ainda para mais quando Portugal não tem nenhuma central. E no entanto, corremos perigo

José Soeiro

A Central Nuclear de Almaraz, a 100 km da fronteira portuguesa, terminou em 2010 o seu tempo de vida útil. Apesar disso, o Estado Espanhol decidiu manter a central a trabalhar durante mais 10 (!) anos.

João Camargo

Antes de cada desgraça evitável, os negligentes criticam sempre o "alarmismo" de quem previne. É melhor soar o alarme: junto à fronteira portuguesa, sobre o Tejo, cresce o risco de catástrofe. Artigo de Jorge Costa.

Jorge Costa

O encerramento de Almaraz não é só a exigência das populações ameaçadas. É o único objetivo responsável para um governo português.

Carlos Matias

Antes de cada desgraça evitável, os negligentes criticam sempre o "alarmismo" de quem previne. É melhor soar o alarme: junto à fronteira portuguesa, sobre o Tejo, cresce o risco de catástrofe.

Jorge Costa

Associação ambientalista adverte que central espanhola situada junto à fronteira de Portugal “está completamente obsoleta”, havendo um risco sério de ocorrerem incidentes. Mas não se descortina qualquer iniciativa por parte do governo.

O chumbo nos testes de resistência da central nuclear espanhola mais próxima da fronteira portuguesa fez soar os alarmes na Greenpeace. Mas o governo português ainda não fez nada, dizem os ambientalistas.

O grupo parlamentar bloquista pediu explicações ao Governo sobre os incidentes registados este mês na central nuclear de Almaraz, situada a 150 quilómetros da fronteira portuguesa e junto ao Rio Tejo.

O Conselho de Segurança Nuclear espanhol anunciou a paragem da central que fica a 100 quilómetros de Portugal, devido à presença de "altas temperaturas" numa das bombas de refrigeração.

A associação ambientalista Quercus reivindicou, esta segunda-feira, o encerramento da central nuclear espanhola de Almaraz, situada a 100 quilómetros da fronteira portuguesa.

Rita Calvário acusou "o coro dos defensores da energia nuclear" de estar a ignorar o que se passa no Japão e defendeu que o governo deve intervir para que a central de Almaraz, a 100kms da fronteira, seja definitivamente encerrada.

Bloco questiona vários ministérios sobre segurança das centrais nucleares europeias e risco para as populações do país relativamente a centrais espanholas próximas da fronteira portuguesa. Para esta quinta-feira está marcada uma concentração de solidariedade com o Japão e de protesto anti-nuclear.