Política

Os candidatos do Bloco de Esquerda à autarquia de Ponta Delgada estiveram hoje na zona da Calheta para mostrar o que seria possível – e desejável – fazer no espaço em que foi construído o casino e o centro comercial – entretanto abandonados: estenderam uma toalha para fazer um pic-nic e desfrutar de um momento de lazer.

Catarina Martins visitou uma escola básica em Vouzela e afirmou que a confusão na abertura do ano letivo, fruto da incompetência do Ministério da Educação, pode ser lida como uma estratégia do Governo para beneficiar o ensino privado.

Na mesma edição do Diário da República, o primeiro-ministro anuncia a exoneração e nomeação de João Montenegro, que passa a ganhar 3653 euros por mês. Este antigo dirigente da JSD, que Passos requisitou ao BPN em 2011 para o seu gabinete, viu esta referência desaparecer da nota curricular agora publicada, que apenas aponta a sua passagem de oito anos "pelo setor bancário".

A candidatura "E se virássemos o Porto ao contrário?" desafiou o PS e a CDU a clarificarem as alianças políticas que estão disponíveis para fazer após o dia 29 de setembro. José Soeiro defendeu a convergência das forças da esquerda na vereação eleita para o município.

José Luís Araújo, candidato do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão apresentou à comunicação social as principais linhas programáticas do Programa Eleitoral da candidatura.

A candidatura independente "Cidadãos por Coimbra" dedicou esta terça-feira a visitar casos de sucesso empresarial e antigas fábricas hoje abandonadas em vários pontos da cidade. À noite, realizou o debate "Economia e Emprego em Coimbra".

O candidato do Bloco à Câmara de Sintra, esteve nesta terça-feira à tarde com os trabalhadores da Neolux, que estão em greve pela manutenção dos seus postos de trabalho. Luís Fazenda afirmou que a “Marca Sintra não pode ser só turismo, tem de significar dignidade no trabalho” e defendeu “outra atitude por parte da autarquia, para que a Sintra bonita seja uma Sintra com direitos”.

Marco António Costa esteve presente nas reuniões do conselho de administração da Metro do Porto e esteve de acordo com a contratação dos swaps em 2008 e 2009, que foram desastrosos para aquela empresa.

O coordenador do Bloco de Esquerda declarou que o corte das pensões acima de 419 euros mensais, que o governo pretende, é “ilegítimo, imoral e antissocial”. “Usaremos todos os instrumentos que temos à nossa disposição” para combater essa medida frisou João Semedo.

Gil Gonçalves, primeiro candidato à Câmara de Bragança, propõe a criação de incentivos para fixar jovens no concelho, como apoio à habitação e à instalação de negócios.

O programa, apresentado por José Maria Cardoso, primeiro candidato à Câmara, versa 14 temas, o primeiro dos quais é um programa de emergência social.

A candidatura do Bloco realizou uma ação de sensibilização para as questões ambientais e apresentou propostas para que o concelho de Torres Novas deixe de ser um ponto negro na qualidade ambiental.

RTP, SIC e TVI afirmam não ter os recursos necessários que lhes permitam cumprir a lei eleitoral, que estipula que todas as candidaturas devem ter igual tratamento. O coordenador nacional do Bloco, e candidato à Câmara de Lisboa, sublinhou que a ausência de cobertura televisiva da campanha eleitoral autárquica se traduz num “prejuízo para a pluralidade informativa”.

Durante um encontro com representantes da Comissão de Trabalhadores dos CTT e do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações, o coordenador do Bloco, e candidato à Câmara Municipal de Lisboa, João Semedo, acusou o Governo de apenas estar “preocupado em endinheirar, em enriquecer ainda mais os grupos privados”.

Durante uma iniciativa de campanha no distrito de Bragança, a coordenadora nacional do Bloco, Catarina Martins, lembrou que “em democracia há sempre alternativas, é sempre possível fazer escolhas” e acusou o Governo de ser “uma porta giratória de negócios privados”. A dirigente bloquista apresentou ainda a proposta do Bloco no que respeita à habitação e que “responde ao momento que vivemos e à crise que vivemos”.