Política

Partido não acompanha Presidente da República, que pediu que não haja “crispação partidária”. Campanha eleitoral "deve ser clarificadora e não há nenhum tema que deva ser poupado ao escrutínio", defende Pedro Filipe Soares.

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Durante o debate quinzenal com o primeiro ministro, a coordenadora do Bloco acusou a banca portuguesa de fazer dos "contribuintes parvos" e pediu ao primeiro-ministro um "compromisso de que nenhum cêntimo vai ser gasto para as perdas dos bancos". “Não podemos continuar a ter uma política de insustentabilidade para quem vive neste país em nome da sustentabilidade dos credores”, frisou Catarina Martins.

Nos requerimentos entregues esta terça feira para a audição no parlamento da Associação Sindical de Juízes Portugueses (ASJP) e da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o Bloco sublinha que “encara com extrema preocupação as notícias relativas à prescrição de processos contraordenacionais que visaram ex-dirigentes do Banco Comercial Português (BCP)”. Processos do BPN e BPP também poderão prescrever.

Passos Coelho e Angela Merkel reuniram esta terça-feira em Berlim, com a chanceler alemã a valorizar a posição de António José Seguro, que na véspera reafirmou o seu compromisso com o Tratado Orçamental europeu.

Faleceu esta terça-feira o historiador e político socialista José Medeiros Ferreira. O velório realiza-se esta tarde no Palácio Galveias, em Lisboa.

O Bloco quer ver Alberto da Ponte a explicar aos deputados o corte na transmissão da RTP Internacional para os EUA na semana passada e a ameaça de despedimento coletivo que paira sobre os trabalhadores da empresa.

João Semedo antecipou esta segunda-feira que o encontro entre o primeiro-ministro e o líder do PSD para analisarem a conclusão do programa de ajustamento servirá para combinarem qual "a dose de austeridade" que têm para oferecer aos portugueses. O coordenador avançou ainda que o Bloco fará campanha “contra as políticas de austeridade e pelo referendo ao Tratado Orçamental”.

Marisa Matias denuncia o escândalo do perdão das multas aos banqueiros e recorda que a ministra das Finanças garantira que o “tempo da impunidade acabou”. O que se verifica é que não só não acabou, disse a eurodeputada do Bloco, como que o crime compensa sempre que alguém tem dinheiro para pagar bons advogados.

Investigador na área de biologia molecular humana é o segundo da lista e o arqueólogo Cláudio Torres o terceiro. Lista é aberta à sociedade, com metade dos candidatos independentes, e também plenamente paritária entre mulheres e homens, refletindo “os ativismos da luta contra a austeridade que o Bloco tem travado no país nos últimos anos”, disse Marisa Matias, que a encabeça.

Fazer omeletes “com poucos ovos na cesta e alguns deles podres”, só pode ser “um presente envenenado” e é o que está a prever-se para o orçamento de 2015 da União Europeia, denunciou a eurodeputada Alda Sousa no plenário do Parlamento em Estrasburgo.

A coadoção de crianças por casais do mesmo sexo foi chumbada por 112 votos da direita (89 do PSD e 23 do CDS-PP). A favor, votaram 107 deputados e deputadas, verificando-se 5 abstenções. 

O governo reenviou para o parlamento a proposta de lei que tinha sido vetada pelo PR, mantendo inalterado o aumento dos descontos para a ADSE de 2,5% para 3,5%. O líder do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda diz que o Governo “faz uma afronta ao PR” e insiste num “erro essencial”.

Frisando que “o aumento dos custos energéticos num momento de forte contração dos salários reais e de aumento do desemprego está a provocar a degradação do bem-estar dos cidadãos”, o Bloco propõe a reposição do IVA da eletricidade, atualmente de 23%, para a taxa reduzida de 6%.

O presidente da República anunciou esta quinta feira que vetou o aumento dos descontos dos funcionários públicos, militares e forças de segurança para os respetivos subsistemas de saúde. O líder parlamentar do Bloco, Pedro Filipe Soares, congratulou a decisão mas sublinhou que "aquela que foi hoje uma boa ação" do chefe de Estado "não apaga as intermitências" de Cavaco Silva.

O acionista maioritário da Águas do Mondego, a Águas de Portugal, impôs, por orientação do governo, a distribuição de dividendos de 1,4 milhões de euros pelos acionistas com capital social na sociedade, em detrimento da redução das tarifas ou do investimento em infraestruturas.