A doença tem uma marca social: os mais pobres adoecem mais vezes e mais gravemente. Este é, pois, o pior momento para aumentar as taxas e, ainda por cima, reduzir o número de isenções.
A história agora é outra. Não vivemos nem no país, nem na Europa das maravilhas. A rainha de copas, autocrata e narcísica, aparece engalanada de bugigangas financeiras.
As propostas governamentais representam a eliminação de 20 dias de descanso em cada ano, a desvalorização dos salários em cerca de 10% e um ataque ao direito à negociação e à contratação coletiva.
Porque é que as “torres” do Aleixo vêm abaixo? Porque estão num local privilegiado, uma zona de eleição da cidade Invicta, que não pode pertencer aos pobres.
É justo reclamar a anulação da parte ilegítima da dívida, aquela que foi contraída para sustentar os benefícios, para garantir a especulação dos grandes bancos...
“Melhor negócio que a saúde só mesmo a indústria de armamento!” Estas são palavras claras proferidas em 2008 por alguém com responsabilidades de chefia da área negocial de saúde de um grupo económico privado...
À medida que a agricultura biológica ganha terreno em relação à agricultura intensiva, o diferencial de produtividade e de preço (que hoje já é baixo) tende a decrescer e até a desaparecer.