Opinião

José Castro

Há pouco mais de um ano, apenas uma pequena parte dos ativos financeiros da banca era constituída por títulos de dívida pública portuguesa. Agora, os bancos já detêm mais de 30 mil milhões de euros em bilhetes e obrigações do tesouro, um crescimento de 32%.

Roberto Almada

É preciso encontrar uma alternativa de governação política para a Madeira de cunho progressista, democrático e de corte com a austeridade tão a gosto de Jardim e de Albuquerque. E essa alternativa não está no interior do PSD.

Nelson Peralta

Nos Estados Unidos da América há muitos pobres e milionários muito ricos. A desigualdade é das mais gritantes no planeta. O Estado Social não existe. Há quem se manifeste e grite "somos os 99%". Por isto e por muito mais não podia deixar de encontrar a esquerda nas suas mais variadas expressões.

Sofia Roque

Mota Soares é o ministro-robô que cumpre as metas do confisco com o rigor da crueldade e da oportunidade da lei que se cumpre só quando dá jeito.

Um debate sério sobre "gorduras do Estado" não se esconde atrás de populismos baratos, coloca em cima da mesa diferentes visões políticas sobre o papel do Estado na sociedade.

Pedro Soares

O Governo foi claramente derrotado nesta primeira fase da reforma territorial autárquica.

João Pedro Santos

Na República Democrática do Congo (RDC), o Capitalismo usa e abusa de animais e seres humanos.

João Curvêlo

O que têm em comum as declarações de D. José Policarpo, Manuela Ferreira Leite e João César das Neves? Todas são o espelho do desespero da direita conservadora.

Marisa Matias

Estreou esta semana em Coimbra a peça "Nunca estive em Bagdad", um texto de Abel Neves, levado à cena pel'A Escola da Noite.

Tiago Pinheiro

Esquecem-se os enfermeiros que lutam por um bem comum, cuidar com dignidade e ser dignamente cuidados pelo sistema de saúde; esquecem-se os enfermeiros que são o pilar dos cuidados de saúde, os executores dos planos de cura, os artistas da prevenção da doença, os primeiros no nascer da vida, os últimos no seu definhar.

Álvaro Arranja

A continuação da “crise” das dívidas públicas, em Portugal e em outros países europeus, continua a ser uma enorme fonte de chorudos lucros para a banca.

João Ricardo Vasconcelos

Não é necessário fazer um grande exercício de memória para verificar que aquilo que é hoje evidente para muitas das vozes da nossa praça, não o era há apenas uns poucos meses atrás.