A instituição do cheque-ensino constitui mais um elemento da elaborada teia em que se pretende enredar a Escola Pública, ferindo-a de morte no seu fundamento – a prossecução de um ensino universal e de qualidade.
Queremos uma Lisboa mais habitada, mais viva e mais solidária. Acima de tudo, queremos uma Lisboa transparente, ao lado dos cidadãos, que enfrente os interesses que a rodeiam e que garante a participação de todas e de todos no processo de decisão.
Tudo o que este Primeiro-Ministro possa dizer ou fazer é fruto de uma falsa consciência, uma sistemática visão deformada do mundo, útil à manutenção de um estado de confusão geral (crise) adequada a este estádio do capitalismo neoliberal. E mais concretamente aos objetivos do FMI.
Costuma dizer-se que Portugal está a exportar a geração mais qualificada, mas esta afirmação perderá parte da sua veracidade na minha geração. Os alunos já não encaram a licenciatura como uma garantia de um emprego melhor no futuro.
Ousemos votar na contra-corrente. Os “arcos da governação” e seus sustentáculos, caíram. Assistimos à sua derrocada total. Não queremos assistir, nem deixaremos que nos queiram convencer a ficar submergidos sob os seus escombros.
Porque é que a JSD propõe uma revisão constitucional que não sufragou e para a qual não tem maioria no parlamento? Porque sabe se levasse esse projeto a eleições sairiam brutalmente derrotados.
Hollande e Obama apoiam a queda do ditador Assad para o qual acham, sem o admitir, que bombardeamentos a posições governamentais ajudam a oposição a vencer a guerra naquele solo mártir. Isto é a Líbia 2.
As medidas do Governo para o “pós-fogos” são demagógicas, amplamente ineficazes e demonstram um enorme desprezo pelas populações rurais e pelas economias locais.