Opinião

Luís Leiria

Angola corre o risco de ser invadida militarmente pelos EUA? Quem se manifesta pelos direitos humanos pretende desestabilizar as instituições e dividir o país? O PCP acha que sim.

Joana Mortágua

Como defender a Europa de si própria? É uma das perguntas que vão marcar as eleições europeias de maio do próximo ano.

José Manuel Pureza

O Governo só tem plano A, que aplicará custe o que custar. E esse plano é o de embaratecer o trabalho e transferir esse diferencial para o lado do capital.

Fabíola Cardoso

Venho pedir-vos a decência de aprovarem a Lei da Coadoção, porque nenhuma família deveria ter de passar pela situação que a nossa está a passar. (carta enviada às/aos deputada(o)s, dezembro 2013)

Rita Silva

Perante a catástrofe que se abate é preciso arregaçar as mangas, desenvolver ideias, encontros, alternativas, ação, analisando quais as prioridades, e parece-me que estas andam em torno da vida concreta das pessoas.

Carlos da Torre

É a hora dos trabalhadores do Estaleiros Navais de Viana e dos cidadãos do Alto Minho saírem para a rua e se fazerem ouvir. Em legítima defesa, contra um governo que tem tido na destruição da economia e no empobrecimento da esmagadora maioria das pessoas a sua imagem de marca.

A EDP tem lucros cada vez maiores, mas não aqueles a que se acha no direito natural de ter.

Inês Tavares

A partir de agora, as dívidas contributivas do agregado familiar deixam de contar para o acesso às bolsas de estudo. Passados dois anos, o movimento estudantil saiu vitorioso desta luta e derrotou o Governo.

João Teixeira Lopes

Por mais que tentem mascarar o indisfarçável, a desvalorização do trabalho (e das vidas) é a receita do FMI e do governo.

Qualquer política proibicionista reforça o tabu contra as prostitutas e contra os clientes.

Sandra Cunha

Devemos manter na nossa consciência e nas nossas ações a convicção de que apenas a defesa de um Estado Social forte e justo poderá destruir as desigualdades, aplacar a fome e reverter a miséria.

Esther Vivas

Que têm em comum Telefónica, HP-Hewlett Packard e Panrico? Trabalhadores que não se rendem, que se negam a aceitar mais chantagens, que perante as políticas insuportáveis de precariedade disseram “basta”.