“Portugal é capaz” foi um dos lemas projetados, quando Paulo Portas discursava, no encerramento do congresso. E com estas políticas de direita é bem capaz de ir ao fundo.
Na semana passada, surgiu nova informação sobre o roubo e a divulgação à imprensa de documentos classificados do Governo dos Estados Unidos que revelaram um amplo programa de vigilância ultra-secreto do Governo.
O confronto do nosso tempo é entre quem quer que o futuro seja um regresso ao passado e quem quer que o futuro seja um tempo novo de direitos e liberdades. É esse o confronto que temos com a JSD e a JP, essas locomotivas de produção de políticos profissionais.
Na próxima quinta-feira, a AR pronuncia-se sobre o referendo à lei da coadoção. Contra a manobra de retrocesso inventada pela direita com a proposta de referendo, reivindicamos a vitória da lei da coadoção como um passo no sentido do progresso.
A faculdade baseada em políticas de direita imposta nos últimos anos, através dos sucessivos cortes e consequente aumento de propinas, é uma faculdade elitista, que exclui os estudantes que não tenham possibilidades de a pagar.
As mudanças do contexto geopolítico, combinadas com um profundo sentimento de exaustão de ambos os lados, estão a permitir que prevaleça um incerto e imperfeito acordo de compromisso.
Aquilo que verdadeiramente bloqueia uma alternativa de governo à esquerda não é a disponibilidade, ou falta dela, para governar. São as escolhas para a governação de Portugal e da Europa.
Este ano todos os meninos têm de ler, interpretar, caracterizar sete livros. Todos têm metas de prazer automático a cumprir. Mas as escolas públicas não têm os livros, nem sequer dinheiro para as fotocópias.
São já vários os relatórios de organizações internacionais, como a OCDE ou a UNICEF que alertam para os riscos das políticas de austeridade que grassam um pouco por toda a Europa.