Opinião

Luís Leiria

Um dos mais ilustres representantes da família política de António Costa foi quem mais nacionalizações fez: François Mitterrand.

José Maria Cardoso

Podemos ter muitas dúvidas, mas devemos ter a certeza, pela certificação dos resultados e pela vivência da dolorosa realidade, que a política seguida por sucessivos governos em Portugal, não serve o país, não dignifica as pessoas, não resguarda a democracia.

João Teixeira Lopes

José Soeiro e eu próprio coordenámos um dicionário sobre o Bloco de Esquerda, com prefácio de Fernando Rosas, editado pela Figueirinhas e desde ontem disponível para o público.

Rui Matoso

A coligação de direita vem há muito prosseguindo uma estratégias de “relações públicas” baseada no mecanismo kitsch de aprofundamento da ignorância e menorização intelectual dos eleitores.

Tariq Ali

As ironias da história nunca deixam de nos surpreender. Seja qual for o critério que usarmos, Jeremy Corbyn é o líder mais esquerdista de toda a história do Partido Trabalhista.

De todos os truques de malabarismo demagógicos a que Paulo Portas já nos habituou, a insistência na ideia de um CDS "amigo das famílias" é a mais impressionante.

Lúcia Arruda

As contradições do governo PS na Região Autónoma dos Açores, entre o anunciado e a realidade, já vão sendo muitas, mas vejamos o caso concreto dos OGM (Organismos Geneticamente Modificados).

José Soeiro

Como acontece nos momentos mais difíceis, nos últimos dias a crise dos refugiados tem revelado o pior e o melhor da humanidade.

Carlos Carujo

O grande debate foi afinal medíocre. Felizmente, podemos escolher a coragem em vez da mediocridade.

Ana Feijão

Pedro Mota Soares veio ao governo para fazer o milagre da multiplicação: "São pobres, senhor, são pobres". Ou então, veio para ser o sacristão da coligação.

Lídia Fernandes

Este texto trata o empreendimento que expropriou o direito ao lugar, o património, a história. Trata um casino-fantasma, do qual se desconhece os jogos de azar e da fortuna que definem o seu futuro.

João Teixeira Lopes

Além do serviço da dívida, que é brutal, a transferência de recursos entre Portugal e o centro da Europa depaupera enormemente o país.