Lídia Fernandes

Lídia Fernandes

Investigadora bolseira e doutoranda em sociologia. Ativista para o que faz falta

Assédio não é uma questão de semântica nem tão pouco de estética literária. É uma questão cultural e política.

Na sua infinita capacidade de idear novilínguas, Paulo Portas projetou um novo conceito: “sindicato de credores”. Será que a ideia colou?

Este texto trata o empreendimento que expropriou o direito ao lugar, o património, a história. Trata um casino-fantasma, do qual se desconhece os jogos de azar e da fortuna que definem o seu futuro.

Os Conservadores têm as melhores soluções para os problemas da pobreza, mas não falam ao coração. Este é o argumento de Arthur C. Brooks, no seu livro “O Coração Conservador".

Definido por Angela Merkel como o melhor chanceler que a Alemanha nunca teve e há mais de quarenta anos no parlamento alemão, o percurso de Schäuble cruza-se com a consagração daquilo que muitos se apressaram em declarar como sendo o “fim da História”.

A recente apresentação, no parlamento helénico, do relatório da comissão para a verdade sobre a dívida é acontecimento que vai fazer história.